Eleitos novos órgãos nacionais do SNESup

 

Por assembleia geral descentralizada, realizada em 26 e 27 de junho, e que, nos termos dos Estatutos do SNESup, funcionou por secções de voto (Universidades dos Açores - Ponta Delgada, Beira Interior, Madeira, Trás-os-Montes e Alto Douro, Institutos Politécnicos de Bragança, Castelo Branco, Guarda, Leiria, Portalegre e Porto) foram eleitos os nonos órgãos nacionais do SNESup desde a sua fundação. Conforme previsão dos Estatutos do nosso sindicato, os novos órgãos elegeram, antes da tomada de posse, os titulares dos cargos de coordenação. Ficaram a presidir aos órgãos Teresa Nascimento, da Universidade da Madeira, no Conselho Nacional (e, por inerência, na Mesa da Assembleia Geral); António Vicente, da Universidade da Beira Interior, na Direção, tendo como Vice-Presidentes Raul Jorge, da Universidade de Lisboa e José Moreira, da Universidade do Algarve; e Gonçalo Bandeira, na Comissão de Fiscalização e Disciplina.

Pode consultar no site do SNESup em "Quem Somos / Composição dos órgãos nacionais" dados curriculares dos eleitos e em "As Nossas Propostas" o Programa da Direção. Entretanto o SNESup continua a manter on line em "Quem Somos/Memória do SNESup", conforme prática iniciada em 2010, a composição dos seus anteriores órgãos nacionais e os programas das nove Direções que antecederam a atual. O nosso sindicato, independentemente da sucessão de diferentes orientações, convive bem com a sua história e honra de quem contribui para o erguer. Se na sua navegação pela INTERNET lhe acontece ir a sites de outros sindicatos experimente ver quantos têm on line os seus Estatutos, a composição integral das suas direções, atual e anteriores, os programas com que se candidataram, os relatórios e contas desde a sua fundação. Ficará certamente com a ideia de que temos uma forma muito diferente de sermos Sindicato.

Um aspeto continua a ser pouco satisfatório, o da participação eleitoral. Na Ensino Superior - Revista do SNESup nº 11 (Jan-Fev 2004), analisando os primeiros quinze anos de vida do Sindicato, verificámos que a participação eleitoral atingira um máximo em termos relativos logo nas primeiras eleições (545 votantes em 998 eleitores; ou seja 54,6%) e também em termos relativos em 1996, após as grandes lutas que conseguiram o acordo de reajustamento salarial em 4 anos (665 votantes em 1524; ou seja 41,0%). Em 2003 cifrou-se em números mais baixos, num corpo eleitoral que se expandia (520 votantes em 2445 eleitores ou seja 21,3%).

O mesmo padrão - estabilização em termos absolutos enquanto o corpo eleitoral cresce - se tem verificado em 2006 (519 votantes em 2669 inscritos, ou seja 19,4 %), 2008  (471 em 2995 inscritos, ou seja 15,7%), 2010 (477 em 3036, ou seja 15,7%) e se voltou a repetir agora em 2012 (570 em 3233 inscritos, isto é 17,6%). À data em que concluímos este apontamento, o número de associados do SNESup é de 4454, mas as regras estatutárias restritivas que condicionam o direito de voto ao exercício efetivo de funções apenas reconhecem direito de voto a 3260 associados; ou seja, o peso dos participantes nos atos eleitorais no universo global do SNESup, é ainda menor.

 

 

© copyright SNESup | Todos os direitos reservados

 
visitas