Recortes de Imprensa

Covid-19: Universidades de Coimbra e Évora contrariam recomendações do Governo – Sindicato

As universidades de Coimbra e de Évora não estão a seguir as recomendações feitas pela tutela para a cessação do estado de emergência, decorrente da pandemia de covid-19.“Os dados de algumas universidades relativamente ao plano de contingência demonstram não só uma desautorização do ministro Manuel Heitor, como indicações completamente díspares e que significam um salve-se quem puder”, disse à agência Lusa o presidente do SNESup, Gonçalo Velho.
Saúde+/Lusa

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Sair do medo

Não temos uma rede de Ensino Superior. Temos cada vez mais feudos, receosos de perder um pequeno poder, embrião de ideias tão alucinadas como substituir todo o ensino presencial por ensino à distância, escreve Gonçalo Velho no Observador.

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Sindicato apela ao regresso coordenado às universidades para evitar desigualdades

A decisão sobre o regresso das aulas presenciais no ensino superior deve ser coordenada entre as instituições, para não acentuar desigualdades na qualidade dos cursos. “É preciso garantir a qualidade dos cursos e a autonomia das decisões dos diferentes reitores não pode prejudicar esta questão, da qualidade e da acreditação, porque, em última análise, quem sai prejudicado são os alunos”, disse à Lusa Gonçalo Leite Velho.
TSF/Lusa

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“Acho muito difícil que as avaliações estejam concluídas em julho”

Presidente do SNESup critica o Ministério do Ensino Superior por nunca ter ouvido o sindicato durante o processo de adaptação ao ensino à distância nem agora, na preparação do regresso à normalidade possível. Em entrevista ao Expresso, conta que o sindicato já propôs o alargamento do período de avaliação com a criação, por parte de algumas universidades, de épocas de avaliação extraordinárias de forma a atenderem aos problemas dos alunos.

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Faculdades sem verbas para compra de material de higienização e de proteção

SNESup considera que “neste momento não estão reunidas as condições” para o regresso às aulas presenciais no dia 4 de maio. Em declarações à Sic, Gonçalo Velho, diz que é cada vez mais evidente que há “um problema que parece escondido” que é o de financiamento. Governo diz que cabe às universidades e politécnicos suportar as despesas com o material de higienização e de proteção dos alunos, dos docentes e não docentes. Mas ao SNESup já chegou “a indicação de alguns diretores de escolas ou de presidentes de faculdades a dizerem que não têm os recursos financeiros suficientes para adquirirem o material necessário”, alerta o presidente do SNESup.

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Cada universidade sua sentença. Professores contra o relaxar de medidas

O Governo quer que as aulas nas universidades comecem a ser retomadas em maio, uma decisão do ministro Manuel Heitor oposta à de reitores e professores universitários, que até à data, não foram ouvidos pelo ministro. Ao i, o presidente do SNESup considera que Manuel Heitor “é um ministro que está sempre atrás dos acontecimentos. Ele diz que a autonomia não pode servir para tudo, mas a seguir não é consequente, porque depois diz que cada instituição tem de fazer por si”, critica o presidente do SNEsup, explicando que, em vez de se traçar um caminho nacional, o Governo optou por “um conjunto de pequenos poderes”

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“É o salve-se quem puder” no Ensino Superior

SNESup diz que as declarações do ministro Manuel Heitor revelam a completa falta de coordenação e que o sistema do ensino superior “é o salve-se quem puder e cada um por si”. Além disso, em entrevista à rádio Observador, Gonçalo Velho lembra que o ministro sugere às instituições que recorram aos professores adjuntos para reforçarem o seu corpo docente em cenário de desdobramento de turmas, mas que “os quatro ou cinco mil docentes auxiliares e adjuntos terminam agora o contrato a termo, antes do regresso às aulas práticas presenciais”.

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