Recortes de Imprensa
Cancelamento de praxes académicas
Em declarações à Antena 1, o SNESup lembra aos estudantes da Universidade de Coimbra, que vão realizar praxes durante a pandemia, que este não é tempo de “festa” ou de “paródia” e que podem pôr em risco “o esforço que todos os portugueses estão a fazer” estando em causa a saúde pública
Covid-19. Sindicato alerta para instituições que não garantem proteção a docentes de risco
Há pelo menos duas instituições do ensino superior que não estão a cumprir o dever especial de proteção em relação aos docentes que pertencem ao grupo de risco de Covid-19. Doentes oncológicos ou portadores de doenças respiratórias crónicas são alguns dos casos que têm de ser protegidos durante a pandemia de Covid-19, mas tal não está a acontecer em todas as instituições, denunciou Gonçalo Velho.
Lusa/Observador
Praxes. Fiscalização e desacordo: “É completamente irresponsável”
Para o SNESup a realização de praxes enquanto o país atravessa uma pandemia é uma decisão “completamente irresponsável”. Ao i, Gonçalo Velho lembra que “os alunos têm de compreender que são jovens adultos” e que “necessitam de se comportar como adultos, e não como adolescentes. A questão das praxes transporta um comportamento adolescente para o ensino superior que é completamente desadequado, mais ainda numa situação de saúde pública como aquela que estamos a atravessar. Somos completamente contra”.
Covid-19. Situação dos professores de risco do superior ainda não está resolvida
SNESup lembra que no caso do Ensino Superior, a decisão não é centralizada, cabendo a cada instituição no âmbito da sua autonomia, mas a pouco mais de duas semanas do arranque do ano letivo a questão ainda não está resolvida. “Temos visto que em algumas instituições é uma questão que origina tensão”, disse Gonçalo Leite Velho, relatando casos em que as instituições recusaram pedidos de teletrabalho a alguns docentes de risco.
DN/Lusa
“Na Católica só 23% do corpo docente tem dedicação exclusiva”
O ensino da Medicina não se compagina com colaborações pontuais e recibos verdes, avisa o SNESup em declarações ao Jornal Económico.
Contratação de docentes na Universidade Católica
Presidente do SNESup avisa que o corpo docente da Universidade Católica, onde se incluem os docentes para a nova licenciatura de Medicina, devem estar “devidamente contratulizados”. Em declarações à Antena 1, Gonçalo Velho alerta que a Universidade Católica tem vindo a contratar os seus professores através de contratos de docência, que na prática são recibos verdes, não respeitando a legislação laboral portuguesa.
Sindicato preocupado com contratação de docentes para curso de Medicina na Católica
SNESup alerta que na proposta da Universidade Católica para a licenciatura de Medicina não está acautelada a contratação de um corpo docente próprio
SNESup diz que recorde de candidatos é “boa notícia”
Presidente do SNESup diz à Antena 1 que o recorde do número de candidatos ao Superior “é uma boa notícia” que demonstra que “não há Ensino Superior a mais”. Existe, sim, um “défice de qualificações face aos restantes países da OCDE e da UE” sendo “muito importante que esta dinâmica de valorização de qualificação se possa estender, no futuro, aos adultos que não têm qualificação avançada” para que “possamos recuperar deste défice”.
Ensino superior. Aumentam as candidaturas e as dificuldades de quem já lá está
“Vamos ter alunos que têm dificuldades porque terminaram um ano letivo em condições anómalas e que chegam agora ao ensino superior também em condições anómalas, onde estaria previsto que cadeiras fundamentais, nomeadamente cadeiras teóricas, não estariam a funcionar à distância, o que significa a incapacidade para resolver essas dificuldades de aprendizagem”, alertou ao i Gonçalo Leite Velho
Candidaturas ao Ensino Superior
SNESup vê como positivo o aumento do número de candidatos ao Superior e diz que há agora uma maior pressão para a qualidade do ensino em contexto pandemia sendo este aumento uma enorme lição para os portugueses.Mas Gonçalo Velho alerta à TVI que se estas notas dos candidatos “forem simplesmente inflacionadas, vamos ter mais alunos, mas que sabem menos”.

