Para o SNESup, “não basta aumentar o número de vagas” e, por isso, em eventuais novos cursos deve ser sempre assegurada a qualidade da formação e a sua adequação ao mercado de trabalho.
Renascença/Lusa
Mariana Gaio Alves diz ao Inevitável que “as faculdades de medicina são das escolas que têm uma maior precariedade do corpo docente”, uma vez que grande parte dos professores não fazem desse o seu trabalho a tempo inteiro, sendo também médicos e/ou investigadores.
Inevitável
Presidente do SNESup diz à Antena 1 que é positivo o aumento de formação mas alerta que os novos cursos de Medicina não podem funcionar com professores e investigadores com situações precárias. “Não basta dizer que se aumenta o número de vagas e abrir novos cursos, é preciso saber em que condições esses cursos vão funcionar. Nos cursos de Medicina temos professores em situações de elevada precriedade”, alertou Mariana Gaio Alves.
Antena 1
SNESup saúda a intenção de alargar o ensino da Medicina até 2023, mas avisa que é necessário criar condições para assegurar o ensino de qualidade antes de dar esse passo.
DN/Lusa
Conforme decidido na reunião de docentes do IPP que decorreu na quinta-feira, dia 22 de julho, foi criada a Petição para a atribuição das progressões remuneratórias devidas aos docentes do Instituto Politécnico do Porto e para uma justa avaliação de desempenho no período pandémico, com o texto apresentado e aprovado na reunião.
Em declarações à TSF, SNESup aplaude a decisão do ministro Manuel Heitor que pede às universidades e politécnicos que garantam um ensino 100% presencial.
TSF